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Veja o que alguns autores tem a dizer sobre a Cidadela: “Depois de exaustivamente buscar uma editora que atendesse aos meus anseios, com relação à edição de alguns livros de minha autoria, deparei-me, através da internet, com a Cidadela Editorial. Confesso que, a principio temeroso, enviei meus escritos por E-Mail como mais uma tentativa, das muitas que havia feito, de encontrar alguém com quem pudesse dialogar sobre a melhor forma de dar prosseguimento ao meu projeto. Jober Rocha, Niterói/RJ.
“Falar sobre a Cidadela Editorial, para mim, significa enaltecer a “contramaré” (expressão eternizada nas doces palavras da querida amiga e poeta Tatiana Morais) que representa uma editora independente séria inserida em um mercado editorial cada dia mais obscuro e sem critérios objetivos de publicação. Cidadela é sinônimo de liberdade. Publicar através dessa filosofia significa romper com paradigmas que beneficiam a mediocridade em detrimento à liberdade criativa. Critérios mercadológicos não deveriam influenciar a produção artística. Com efeito, a seleção das grandes editoras segue um ritual moroso e meramente subjetivo de um indivíduo, parte de um conselho editorial, que, com pretensão e arrogância, considera algo como vendável ou não. É sabido, sem embargo, que nem tudo o que é vendável possui qualidade literária. Os “subliteratos” campeões de venda, afinal de contas, não me deixam incorrer em equívoco. Autor de “Noções Gerais de Direito Marítimo” e outros 5 títulos.
“Bom, conheci a Editora Cidadela através de um convite na rede Ning Palavras, incentivada por um amigo. Embora escreva há muito tempo não imaginava a possibilidade de um dia ver minhas poesias publicadas em um livro, mas no fundo, escondido, havia sim um profundo desejo que precisava ser estimulado. Marilda de Medeiros Correa, autora participante
“Certa vez li o seguinte verso ‘Atire-se em direção a lua, se você não acertar, certamente aterrissará entre as estrelas…’ Acredito que todo escritor sonha em um dia ver a sua obra editada, desengavetar o que com tanto amor, dor, suor e paixão se aplicou em escrever. E eu posso dizer que hoje eu alcancei a primeira estrela da minha realização, através da Cidadela Editorial que foi como uma luz no fim do túnel, pois de verdade oportunizou essa conquista, não onera de forma inviável a obra, mas sim abre as portas para que ela seja realmente concretizada. E quem sabe eu ainda alcance a lua.. tudo é possível. Aline Kalçovik, autora de “O Libertar de um Dom”
“O livro superou todas as minhas expectativas. Folheando suas páginas, me encantei ao ver o cuidado e o carinho que a editora teve com nossos “filhos” (contos). O Pequenas Histórias é, sem dúvida, uma iniciativa maravilhosa da Cidadela. Quero continuar participando do projeto nas próximas edições. Mais uma vez, muito obrigada e parabéns!” Luciana Arrieta Volpato,
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